Histórias da Velha Totônia (21th Edition)

By José Lins do Rego

About the writer (from Goodreads):

José Lins do Rego Cavalcanti (July three, 1901 in Pilar Paraíba - September 12, 1957 in Rio de Janeiro) was once a Brazilian novelist such a lot recognized for his semi-autobiographical "sugarcane cycle." those novels have been the root of flicks that had distribution within the English conversing international. in addition to Graciliano Ramos and Jorge Amado he stands as one of many maximum regionalist writers of Brazil. in keeping with Otto Maria Carpeaux (Brazilian literary critic), José Lins was once "the final of the tale tellers". His first novel, Menino de Engenho ("Boy from the plantation"), used to be released with trouble, yet quickly it received praised via the critics.

Sobre o livro:

Histórias da velha Totônia é o terceiro livro de José Lins do Rego a ganhar novo projeto gráfico. O escritor paraibano dedica este obra aos meninos de todo Brasil, que como ele em sua infância adoram histórias de heróis e vilões. A temática dos contos é a tradicional luta entre o bem e o mal representados por personagens de caráter monolítico.

“Quisera que todos eles (os meninos) me ouvissem com a ansiedade e o prazer com que ecu escutava a velha Totônia do meu engenho”, disse José Lins do Rego.

O livro resgata a tradição dos contos orais europeus, como O macaco mágico, que tem traços do Gato de Botas, ao apresentar um personagem persuasivo. Pele de asno fala do amor de um rei por sua filha, mas apresenta um ultimate pouco convencional e demonstra a importância da gratidão. O sargento verde também apresenta elementos da tradição oral europeia, com uma velhinha pobre sendo ajudada pela princesa.

São histórias que já nasceram como clássicos e atravessam gerações por conta da ambientação brasileira e a saborosa linguagem coloquial impregnada de regionalismos.

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Esta é a época do rádio e dos meios de comunicação de massa. A cultura democratiza-se em certo sentido; em outro, massifica-se, transformando-se em veículo de divulgação do ufanismo da política oficial. Há entretanto toda uma arte de resistência contra o ufanismo oficial. Suas raízes já estavam estabelecidas na literatura de um Lima Barreto, que em 1915 publica Triste fim de Policarpo Quaresma, uma crítica ao autoritarismo militar e às elites brasileiras. E também de um Oswald de Andrade (Memórias sentimentais de João Miramar, 1924) ou de Mário de Andrade (Macunaíma, 1928). A cultura well known resiste contra o ufanismo de um Ari Barroso. Noel Rosa faz samba social e refugia-se nos botecos do Rio de Janeiro. Surge o romance de ênfase social. No Nordeste, após o pioneirismo de A bagaceira (1928), de José Américo de Almeida, aparecem José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Jorge de Lima, Amando Fontes. No Rio Grande do Sul, destacam-se Érico Veríssimo e Dionélio Machado. Em 1933, Gilberto Freyre, amigo de José Lins do Rego, publica Casa-grande e senzala. Coloca-se contra o racismo de intelectuais ligados à oficialidade. Valoriza o papel dos negros e mestiços em relação à nossa formação histórico-cultural. O livro de Gilberto Freyre teve um impacto libertador, mas idealizou o tratamento que os escravos receberam dos portugueses. Em oposição à defesa da colonização portuguesa, coloca-se Sérgio Buarque de Hollanda, com Raízes do Brasil (1936), para quem o desenvolvimento depende da superação de certas características dessa colonização, em especial do autoritarismo, da exploração econômica nômade e de seu caráter predatório. Caio Prado Júnior vai além, com Evolução política do Brasil (1933) e Formação do Brasil contemporâneo (1942), destacando o papel dos trabalhadores na construção da história da sociedade brasileira. A DITADURA SOB PRESSÃO renowned À sombra do autoritarismo de Getúlio Vargas cresce o integralismo, tendência conservadora afim do fascismo. Como resposta, surge em 1935 a Aliança Nacional Libertadora (ANL), uma frente de liberais, sindicalistas, comunistas, tenentistas, socialistas, que pretendia uma profunda revolução social. A ANL tenta o golpe militar mas é derrotada. Getúlio decreta em seguida o estado de sítio e o Estado Novo, a institucionalização da ditadura, em 1937. É a época de uma elite milionária que se concentra no Rio de Janeiro, namorando os quadros burocráticos do poder. Para o lazer dessas minorias o modelo é Hollywood: indicates de vedetes ostentando grande luxo e exibindo um tropicalismo de exportação. Forma-se uma companhia cinematográfica, a Atlântida, especializada nesses musicais. Afirma-se, por outro lado, a resistência política e cultural. A maior parte da intelectualidade do país não aceita o regime. Sob pressão well known, o caudilho populista cria o Conselho Nacional do Petróleo (1938) e a Companhia Siderúrgica Nacional (1939). O Brasil desenvolve-se econômica e culturalmente. O DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), o poderoso órgão de censura do Estado Novo, não consegue amortecer a resistência renowned antifascista.

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